
Sempre gostei de escrever, mas principalmente, sempre gostei de escrever com sentimento. Escrever para mim é uma forma de dar sentido para o momento que estou vivendo, é uma forma de me encontrar com tudo aquilo que já se foi, ou com aquilo que ainda não veio...
Espero que vocês gostem desta história:
Dialética do outro em mim
Confesso que sempre tive uma ligação íntima comigo mesmo. Sempre me interessei em saber o que eu estava pensando, o que eu estava fazendo, o que eu estava querendo, o que eu estava deixando...
Não consigo me imaginar de outra forma. Busco sempre entrar no meu mundo, desbravar meus sonhos, me enterrar nas minhas tristezas e me acalentar nos meus gozos.
Eu me fiz assim: a partir de mim mesmo.
E justamente por ser assim é que não consigo viver longe dos homens.
Por: José Kennedy O. De Araújo

Fazer-se, transformar-se, significar-se. A existência só terá significado na medida em que conseguir realizar-se como pessoa.
ResponderExcluirE quando realizar-se no encontro com o outro, seja ele interno ou externo.
Na verdade o "outro" pode ser entendido como o que para vc Sammy?
ResponderExcluirO outro é apenas um espelho do que sou, uma reprsentação?
Uma abstração?
quem será esse estranho?
Um encontro, uma diálogo.
ResponderExcluirA introspecção ou o fazer-me pra fora nem sempre me dão as chaves certas. Encontro-me mais no outro do que em mim mesmo.
Outro nem mais nem menos. Eu e Tu.
O Homem pelo Homem.
Não um estranho, é vc.
Vc ainda acredita no outro?
"E justamente por ser assim é que não consigo viver longe dos homens." isso que é chave de ouro parente
ResponderExcluirNa verdade eu sempre tento me considerar como outro. Tento sempre fugir desse paradigma antropocêntrico que leva o homem a refugiar-se mais nele do que no mundo.
ResponderExcluirFaço as palvras de Martin Buber, as minhas:
ResponderExcluir"Toda vida verdadeira é encontro".
encontros e desencontros : )
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